Recomendações para conduzir e estacionar em Portugal

por | 9 junio, 2025

Portugal recebeu mais de 25 milhões de visitantes internacionais no ano passado. Uma percentagem significativa deste turismo é itinerante, ou seja, realizado sobretudo em caravanas, carrinhas e outros veículos, graças à bem desenvolvida rede rodoviária e rodoviária nacional do país. No entanto, conduzir e reservar estacionamento no centro de Braga, Lisboa, Porto e outros centros urbanos apresenta o seu próprio conjunto de desvantagens e peculiaridades, desconhecidas no resto da Europa.

As portagens físicas não são um problema em Portugal, pois existem cabines onde pode parar, pagar em dinheiro e continuar a sua viagem. Por outro lado, as portagens eletrónicas (apenas as eletrónicas) podem ser uma dor de cabeça para os turistas de primeira viagem, uma vez que o pagamento é feito através do sistema EasyToll, do Tollcard ou do cartão virtual de três dias.

Ao estacionar, pode confundir-se com a ausência de linhas azuis, verdes e outras nos lugares. As placas horizontais indicam as classificações de estacionamento. Não existem as chamadas «zonas azuis», mas sim zonas verdes (mais acessíveis), zonas castanhas (comuns nas principais avenidas), zonas amarelas e vermelhas (com elevada rotatividade) e zonas pretas (onde existe um maior equilíbrio entre a oferta e a procura).

Em relação aos limites de velocidade, os viajantes belgas e espanhóis não notarão qualquer alteração. O limite máximo de velocidade é de 50 km/h em vias urbanas, 90 km/h em vias interurbanas e 120 km/h em autoestradas e vias rápidas. Outras semelhanças incluem o nível máximo de álcool no sangue e a proibição do uso do telemóvel durante a condução.

Além disso, Portugal faz parte do Espaço Schengen, assim como Espanha e outros 25 países europeus. Assim sendo, é permitida a livre circulação de pessoas e mercadorias através das suas fronteiras, sendo a única exigência a apresentação de documento de identidade, carta de condução, certificado de inspeção de veículos e seguro automóvel.